Reparem que as palmeiras ainda eram pequenas e segundo o avô do Monge foram plantadas no ano de 1923, por isso tinham, na altura 12 anos.
domingo, 6 de julho de 2008
sábado, 5 de julho de 2008
O Eirado
O Eirado
Autor: Cruz Louro

Este conjunto forma a antiga casa solarenga dos senhores, dos condes, dos marqueses e da duquesa de Ficalho, o ramo Melo. Segundo consta foi construída nos fins do século XVII por D. Martim Afonso de Melo, Bispo da Guarda e tio de Francisco de Melo, Senhor de Ficalho. O Eirado como o povo lhe chama, é uma construção típica da época filipina, com dois pisos, uma escada de dois lanços, exterior, e contrafortes; iluminada por janelas abertas nas fachadas principal e posterior. No seu frontispício ostentava o brasão dos Melos, de Serpa, que foi retirado em 1974.
Além de Moradia temporária dos seus possuidores como casa de campo, especialmente dos marqueses de Ficalho, António de Melo e D. Maria Luísa Braamcamp Castelo Branco durante a quadra da Primavera, por alguns dias em anos sucessivos, esteve aqui a funcionar a extinta Câmara de Ficalho. Contíguas a este edifício histórico e formando ângulo encontram-se quatro amplas dependências de boa traça antiga, que foram talvez construídas na mesma data e que o povo designa por «As Salas», as quais despertam grandes interesse pela solidez das suas grossas paredes e das quais emergem duas belas chaminés de estilo antigo, como igualmente pela beleza das suas abóbodas.
Recolha do livro "Monografia de Vila Verde de Ficalho"
Além de Moradia temporária dos seus possuidores como casa de campo, especialmente dos marqueses de Ficalho, António de Melo e D. Maria Luísa Braamcamp Castelo Branco durante a quadra da Primavera, por alguns dias em anos sucessivos, esteve aqui a funcionar a extinta Câmara de Ficalho. Contíguas a este edifício histórico e formando ângulo encontram-se quatro amplas dependências de boa traça antiga, que foram talvez construídas na mesma data e que o povo designa por «As Salas», as quais despertam grandes interesse pela solidez das suas grossas paredes e das quais emergem duas belas chaminés de estilo antigo, como igualmente pela beleza das suas abóbodas.
Recolha do livro "Monografia de Vila Verde de Ficalho"
A Anta do Monte da Velha


A poucos quilómetros de Vila Verde de Ficalho encontra-se um monumento: « A Anta do Monte da Velha », uma obra de arte arqueológica, que nos foi deixada desde o « Calcolítico.»
Nelas colocavam os cadáveres na posição fetal.
As antas eram construídas nos sítios mais elevados. Supõe-se que era para ficarem mais perto dos Deuses, talvez já tivessem uma religião !
As pedras que constituem a anta têm nomes próprios: os esteios que se encontram ao alto desde o « corredor» até à anta e a mamoa que é uma amontoado de pedras para segurar os esteios.
Nelas colocavam os cadáveres na posição fetal.
As antas eram construídas nos sítios mais elevados. Supõe-se que era para ficarem mais perto dos Deuses, talvez já tivessem uma religião !
As pedras que constituem a anta têm nomes próprios: os esteios que se encontram ao alto desde o « corredor» até à anta e a mamoa que é uma amontoado de pedras para segurar os esteios.
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