A Comissão de Festas de N.ª Sr.ª das Pazes e S. Jorge organizou um passeio equestre, sábado passado, dia 3 de Outubro, percorrendo alguns caminhos perto da Ribeira do Chança e arredores de Ficalho. O mesmo teve início no largo da Comissão e terminou no recinto da Ermida de N.ª Sr.ª das Pazes. Os cavalos e cavaleiros colocam-se frente à capela para assistirem à missa campal.
Chegada à Ermida.
Cada vez mais próximo da Ermida...
A PARTIDA
"Ficalho de honra" - Antes da partida serviram-se alguns aperitivos.
Mostrámos os prémios que estamos a rifar: o tapete de Arraiolos, o quadro que Maria do Carmo ofereceu à Comissão e o presunto em doce( confeccionado pela festeira Maria Carrasco e saído ainda nessa noite). Gratos pelas ofertas!
Um livro que a nossa colega Conceição preparou para quem quisesse deixar a sua opinião.
Agradecemos à população com uma canção de agradecimento, pela sua espectacular colaboração.
À meia noite, cantámos os parabéns à Filipa, filha da Lita uma das festeiras, que fazia 30 anos e à Marta.
Caso ache inconveniente e, por opção própria, não queira que as suas fotos sejam aqui divulgadas envie uma mensagem para este endereço.josefacarrasco@hotmail.com
Vila Verde de Ficalho é uma aldeia situada no extremo oriental do concelho de Serpa, pertence ao distrito de Beja e à província do Baixo Alentejo e faz parte do território denominado Margem Esquerda do Guadiana. Faz fronteira com a localidade espanhola Rosal de La Frontera. Foi possível identificar várias ocupações humanas. A primeira ocupação é atribuível ao Neolítico (cerca de 3500 a.C.) conforme revelou o Engenheiro Monge Soares aquando das escavações nas ruínas arqueológicas do Museu desta localidade. Encontram-se ainda vestígios de alguns povos invasores: Visigodos, Romanos e Árabes. É um meio rural com cerca de 2000 habitantes distribuídos pelos diferentes níveis etários, notando-se uma população envelhecida, consequência do êxodo rural da camada mais jovem para os meios urbanos, principalmente para a região do Algarve. Predomina a actividade agrícola, havendo nos últimos anos uma diminuição de emprego neste sector, principalmente na apanha da azeitona, devido às novas tecnologias, que substituem a mão-de-obra humana. Em contrapartida, nota-se um crescente aumento na plantação de olivais e na produção de azeite de marca registada. Outras soluções no combate ao desemprego são os programas POC, os cursos de formação comunitários e os subsídios atribuídos à agricultura. A actividade comercial, outrora com algum desenvolvimento, diminuiu principalmente devido à menor afluência dos espanhóis.